sexta-feira, 26 de setembro de 2014

CAPÍTULO - 15




O ABSURDO DA MODERNIDADE.



O Moderno, No Atual Que Poderia Ser O Hodierno, Está Sendo Mesmo, De Dante, O  Inferno.


Evilasio De Sousa



O Tergiversar, O Dar As Costas  Aos Bons Princípios, É Uma Atividade Milenar De Pouca Inteligência, Da Humanidade.



Até Certo Ponto, Era Aceitável Na Época, Pela Rudeza Natural Mental.



Nos Idos De 1275, Dante Alighieri  Já Tinha Despertado, Para A Maldade E O Amor,  Num Tempo Em Que Política E Religião Eram Irmãs Siamesas, Imantadas, Uma Pela Outra Hipnotizada, E Impossíveis De Serem Separadas.



739 Anos Depois De Escrita A Divina Comédia, O Mundo Pouco Mudou No Que Tange A Violência.



Apenas Se Erigiu Novas Formas De Re-Editá-la Nos Processos De Vivência.  



As Eras Se Passam Como Passam:


- As Águas De Todos Os Rios,

 
- Os Tempos Do Imutável Tempo Gravitacional,


- Os Homens Dos Seus Tempos  Mutáveis, Atraídos, Imantados, Hipnotizados, Tão Somente, Por Coisas Efêmeras, Passageiras.



Estes Homens Continuam A Agrupar As Suas Mesmas Correntes Eletromagnéticas Ondulatórias No Cosmos, Diferentemente Das Águas Dos Rios E Da Imutabilidade Do Tempo Gravitacional. 



Estas Correntes Eletromagnéticas Alimentam Por Atração, Por Imantação E Hipnose, As Mentes De Todas As Gerações, Sem Qualquer Milimétrica Mudança Nas Suas Re-Edições, Através Dos Atos Violentos De Uma Imensurável Quantidade De Humanos, Lamentavelmente, Jovens Também, Tresloucadamente




E Dos Seus Potenciais Racionais, Ainda Pouco Interessados, Principalmente No Atual Tempo, De Impunidades, Ignorando A Função Importante Do Seu Magnetismo Animal,  Como Ferramenta Ideal E Única Para Viver Bem, Como Um Elo, No Seu Desejado Desenvolvimento Sustentável, Do Seu Status Racional.




O Absurdo Dá Modernidade, Aqui Em Nossa Cultura Brasileira, É Não Ter Se Tomado Decisões, Para Se Manter O Rigor E O Vigor Das Leis Futuristas Que Temos, Para Que Sejam Alcançadas, Com Os Devidos Estudos. 



Se As Aceitar E As Exercer,  Como Instrumentos De Paz, Do De Cada Um, O Viver.



As Leis São Muito Boas, Não Obstante, Falta Suporte De Outras Leis, Como Degraus, Para Se Atingir, Os Desígnios, Os Objetivos  Das Existentes.



Leis São Como Escadas. Tipo Metas Judiciais, Que Ao Se Colocar Uma Disposição De Amplidão Comportamental, Muitas Outras Como Degraus, Precisam Ser Editadas, Para Que, Não Se Dê Margem, A Costumes De Superfície, Chamado Impunidade, Assumir, Os Espaços, E Desfigurar O Proceder Desta, Ou Daquela Humanidade.



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